Somos todos um bando de conectados

Há alguns anos nós acessávamos a internet ​​principalmente via PCs e laptops, mas atualmente o cenário é outro. Até as crianças têm smartphones, os aparelhos de TV, DVD e videogames são conectados e amigos e parentes chegam à nossa casa apressados e, antes de dizerem oi, perguntam: Qual a senha do wi-fi?

Não adianta reclamar, nós mesmos somos assim! Não há plano de dados que acompanhe o consumo. E com todas essas reflexões chego à conclusão que somos todos um bando de conectados loucos por wi-fi. Basta esquecer o celular em casa ou a internet cair para o dia virar um pesadelo. 

E a tendência é que essa dependência ‘piore’ cada vez mais. Segundo a consultoria Frost & Sullivan, até 2020 o mundo terá 80 bilhões de aparelhos conectados à Internet.

O fato é que faz mais de 15 anos que tanto a internet como a telefonia celular fazem parte da nossa vida. Elas chegaram com custos altos e pouca cobertura e foi só questão de tempo para se unirem. Hoje as barreiras praticamente não existem mais e o conceito de casa conectada já é uma realidade.

O mesmo estudo diz que cada pessoa terá até cinco aparelhos conectados à web, e em cada casa terá em média dez aparelhos conectados simultaneamente – tudo isso gerando um volume cada vez maior de informações e tráfego nas redes wi-fi.

São muitos os dispositivos usados simultaneamente que exigem conectividade com a Internet e são utilizados para as mais diversas finalidades: assistir e compartilhar vídeos e fotos, jogar, acessar redes sociais, trabalhar e fazer downloads.

Já deu para perceber que conectividade é um artigo de primeira necessidade, sem o qual não vivemos. E a verdade é que muita gente já se tornou dependente dela: uma espiadinha no smartphone ou no tablet é o primeiro ato do dia, antes mesmo de se levantar da cama, e também o último antes de dormir. Você é assim? Pois é, eu também.

O que muitas pessoas não se dão conta é que as redes domésticas precisam acompanhar esse movimento. O primeiro passo é aumentar o link de Internet para atender a todas as necessidades da família. Até porque ninguém tem paciência e tempo de ficar esperando uma página carregar.

Mas de nada adianta uma boa conexão se o roteador é antigo. É como ter o motor de uma Ferrari em um Fusca: as tecnologias antigas limitam que a velocidade contratada seja compartilhada com qualidade entre todos os dispositivos conectados.

Para acabar com esse gargalo o ideal é usar roteadores com a tecnologia 11ac. Eles possibilitam uma experiência superior, com maior alcance de sinal e velocidade de transmissão, além de operarem em uma frequência diferente dos aparelhos eletrônicos, evitando interferências e melhorando a performance da rede. Disponível hoje no Brasil, essa tecnologia pode atingir velocidades de até 1.75Gbps.

Pessoas que moram em casas grandes, com paredes muito grossas ou próximas a elevadores, sempre reclamam da qualidade da conexão. O roteador cumpre seu papel de levar o sinal ao dispositivo, mas há um alcance máximo. Nesse caso entram em campo os repetidores, que aumentam essa abrangência.

Outro ponto importante são os diferentes perfis de consumidores. Os gamers exigem sempre a melhor performance. Jogar sem nenhum tipo de travamento (LAG) significa estar dentro ou fora do jogo. Seja em uma partida de futebol ou em jogos on-line, a experiência oferecida pelo computador, placa de vídeo e principalmente pela rede e internet é fundamental. Muitos jogam via conexão cabeada, mas é sim possível se divertir via wi-fi. E nessa hora utilizar um equipamento 11ac top de linha faz toda a diferença.

Para quem trabalha em casa além de boa conexão, segurança também é necessidade. A tecnologia de conexão segura via VPN permite acessar recursos da empresa de forma remota. Basta ter Internet disponível e um roteador wireless capaz de realizar uma conexão segura com os protocolos disponíveis. Esse público costuma viajar muito a trabalho e nesse cenário os roteadores portáteis são muito úteis. Em um hotel ou local onde só há internet cabeada basta conectar e ter acesso à Internet sem fio.

Reuniões para a realização de trabalhos sempre fizeram parte da rotina de estudantes. O que mudou é que cadernos estão sendo substituídos por smartphones e tablets, e o hábito de pedir a senha de conexão Wi-Fi é comum. O acesso e disponibilidade a conteúdos audiovisuais em qualquer lugar são essenciais. Eles precisam sim de boa conexão, mas um roteador de alcance médio já satisfaz suas necessidades.